colho rosas brancas no jardim de minh'alma
o vento de agosto é certo
como o são as chuvas de verão
e o céu azul do Brasil no inverno
colho rosas brancas
que, num vaso
durarão mais
do que se estivessem expostas ao vento
coloco meu coração num vaso
de vidro com cuidado
protejo minhas palavras
do vento de mágoas e paixões
do julgamento do certo e do errado
no vaso do cuidado
e da delicadeza
conservarei minha doçura
com certeza
ancorada pela alma de meu pai
aguardo, serena, enquanto o vento se vai
.
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