"Depreciamos a vida
na medida em que vivemos uma mera aparência,
uma mera representação secundária
da 'verdadeira vida',
a qual se mantém no horizonte de pós-vidas
como pura promessa,
acalentando a vida presente
com vagas esperanças
e transformando-a
num exercício de desprezo,
renúncia
e espera medrosa e passiva".
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